{"id":180,"date":"2017-05-03T17:21:03","date_gmt":"2017-05-03T17:21:03","guid":{"rendered":"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/?page_id=180"},"modified":"2022-11-21T20:43:17","modified_gmt":"2022-11-21T23:43:17","slug":"nome-generico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/introducao-a-dendrologia\/nomes-das-arvores\/nome-generico\/","title":{"rendered":"Nome Gen\u00e9rico"},"content":{"rendered":"<p>O nome gen\u00e9rico \u00e9 sempre uma palavra, latina ou latinizada, indicando o g\u00eanero a que a planta pertence, escrita com a inicial mai\u00fascula.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Pode ter origens variadas:<\/p>\n<p>&#8211; fundamentado na nomenclatura popular original em l\u00edngua latina ou em outras l\u00ednguas antigas, j\u00e1 cl\u00e1ssicas na literatura bot\u00e2nica;<\/p>\n<p>&#8211; baseado em nomes ind\u00edgenas ou abor\u00edgenes;<\/p>\n<p>&#8211; baseado em determinado aspecto da morfologia, geografia ou ecologia do vegetal;<\/p>\n<p>&#8211; em homenagem a personalidades do mundo cient\u00edfico, art\u00edstico ou pol\u00edtico;<\/p>\n<p>&#8211; associados a figuras da mitologia ou entidades religiosas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tais nomes ou termos, foram sendo aproveitados para cria\u00e7\u00e3o de novos g\u00eaneros. Segue abaixo uma rela\u00e7\u00e3o de nomes gen\u00e9ricos de plantas nativas e ex\u00f3ticas cultivadas, e suas respectivas origens:<\/p>\n<p>Acacia: do grego Akakia, que significa espinho.<\/p>\n<p>Acanthosyris: do grego <em>acanthos <\/em> ( espinho) e <em>Osyris <\/em>( Deus do antigo Egito, venerado como protetor dos mortos).<\/p>\n<p>Acer: de origem latina, significa \u201cduro\u201d. Refere-se a propriedade da madeira, que foi outrora muito utilizada para a fabrica\u00e7\u00e3o de lan\u00e7as.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/albizia\/\">Albizia<\/a>: homenageia Filippo delg\u2019Albizzi, nobre florentino do S\u00e9culo XVIII, propriet\u00e1rio do local onde foi coletado o material bot\u00e2nico utilizado na descri\u00e7\u00e3o da primeira esp\u00e9cie do g\u00eanero.<\/p>\n<p>Allophylus: do grego <em>\u00e1llos<\/em> ( de outro) e <em>phyllos\u00a0 <\/em>(na\u00e7\u00e3o), indicando sua origem estrangeira ( de outra na\u00e7\u00e3o).O material da descri\u00e7\u00e3o original era procedente do Ceil\u00e3o (atual Sri Lanka).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/anacardium\/\">Anacardium<\/a>: deriva do grego kardia = &#8220;cora\u00e7\u00e3o&#8221;, devido \u00e0 forma da fruta.<\/p>\n<p>Araucaria: deriva de Arauco ou Araucania, regi\u00e3o do sul do Chile.<\/p>\n<p>Astronium: deriva de aster ( estrela) e deve-se \u00e0 forma peculiar de c\u00e1lice, que \u00e9 persistente e\u00a0 acrescente.<\/p>\n<p>Aspidosperma: descreve a morfologia da semente, que se acha rodeada por larga asa circular. O termo \u00e9 formado pela aglutina\u00e7\u00e3o de <em>aspis<\/em> ( escudo) e <em>sperma <\/em>( semente).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/balfourodendron\/\">Balfourodendron<\/a>: \u00c1rvore (dendron) de Balfuor (John Hutton Balfour), professor escoc\u00eas (1808-1884).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/bauhinia\/\">Bauhinia<\/a> &#8211; \u00a0g\u00eanero criado por Linnaeus em homenagem aos irm\u00e3os Jean Bauhin (1541-1613) e Gaspard Bauhin (1550-1624) m\u00e9dicos e bot\u00e2nicos franceses. O nome \u00e9 ainda mais adequado, pois refere-se a um grupo de esp\u00e9cies com as folhas fundidas na base, como se fossem folhas irm\u00e3s.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/brunfelsia\/\">Brunfelsia<\/a>: homenagem ao bot\u00e2nico e m\u00e9dico alem\u00e3o Otto Brunsfels (1464-1534).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/cabralean\/\">Cabralea<\/a>: dedicado ao descobridor do Brasil (Pedro Alvares Cabral).<\/p>\n<p>Caesalpinia: homenagem de Linnaeus ao m\u00e9dico e bot\u00e2nico Andrea Caesalpino (1519-1603).<\/p>\n<p>Calliandra: do grego kallos (belo) e <em>andros <\/em>(homem), referindo-se \u00e0 beleza dos estames.<\/p>\n<p>Casuarina: deriva de &#8221; casuar&#8221;, querendo associar aa plumagem da famosa ave australiana com os ramos desprovidos de folhas consp\u00edcuas.<\/p>\n<p>Celtis: nome usado pelos antigos gregos para\u00a0 designar uma \u00e1rvore desconecida.<\/p>\n<p>Citharexylum: madeira (<em>xylon<\/em>) de c\u00edtara (instrumento musical).<\/p>\n<p>Chorisia: dedicado a Luis Choris, desenhista da expedi\u00e7\u00e3o do navegador Otto von Kotzebue.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/cordia\/\">Cordia<\/a>: homenagem ao m\u00e9dico e bot\u00e2nico alem\u00e3o Euricius Cordus (1486-1535) e seu filho Valerius Cordus (1515-1544)<\/p>\n<p>Colletia: consagrado ao bot\u00e2nico franc\u00eas Philibert Collet (1643-1717 ou 18).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/cupania\/\">Cupania<\/a>: dedicado ao monge, bot\u00e2nico italiano Francesco Cupani (1657-1710). Cupani foi diretor do Jardim Bot\u00e2nico do Pr\u00edncipe dela Catolica (S\u00edlica \u2013 It\u00e1lia)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/dalbergia\/\">Dalbergia<\/a>: homenagem para Nicholas Dalberg (1730-1830), um bot\u00e2nico sueco.<\/p>\n<p>Dasyphillum: folhas peludas, em grego.<\/p>\n<p>Diospyros: do grego <em>dios <\/em>(divino) e <em>pyros<\/em> ( trigo), devido aos frutos comest\u00edveis de algumas de suas esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Drimys: significa &#8221; picante&#8221;, em grego, e explica-se pelo sabor da casca.<\/p>\n<p>Dodonaea: dedicado ao \u00a0bot\u00e2nico e m\u00e9dico neerland\u00eas holand\u00eas Rembert Dodoens (1518-1585).<\/p>\n<p>Enterolobium: do grego: <em>enteron <\/em>(intestino) e <em>lob\u00f3s <\/em>(legume).<\/p>\n<p>Eriobotrya: do grego <em>erion <\/em>(l\u00e3) e <em>botrys <\/em>( cacho de uva), devido \u00e0 pubesc\u00eancia muito caracter\u00edsitica dos racemos.<\/p>\n<p>Erythroxylum: alude \u00e0 cor vermelha encontrada no cene de algumas de suas esp\u00e9cies. Do grego <em>erythr\u00f3s\u00a0<\/em>(vermelho) <em>xylon <\/em>(madeira).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/eugenia\/\">Eugenia<\/a>: criado por Linnaeus, homenageia o Pr\u00edncipe Eugenio de Sav\u00f3ia (1663-1736), considerado patrono da Bot\u00e2nica e da Horticultura, que reuniu nos jardins de Viena uma importante cole\u00e7\u00e3o de plantas.<\/p>\n<p>Euterpe: musa da m\u00fasica. Martius, criador deste g\u00eanero de palmeiras, tamb\u00e9m demostrou sua predile\u00e7\u00e3o pela mitologia ao atribuir nomes de ninfas (<em>Naiades, Hamadryades, Dryades, Oreades e Napaeae<\/em>), em sua classifica\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Fagara: antigo nome ar\u00e1bico para uma planta arom\u00e1tica da regi\u00e3o. Termo citado por Avicenna(famoso m\u00e9dico da Antig\u00fcidade) aproveitado por Linnaeus na cria\u00e7\u00e3o do g\u00eanero de Rut\u00e1ceas.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/ficus\/\">Ficus<\/a> :antiga designa\u00e7\u00e3o da figueira (<em>Ficus carica<\/em> L.).<\/p>\n<p>Gleditsia: em considera\u00e7\u00e3o ao bot\u00e2nico alem\u00e3o Johann Theodor Gleditsch (1714-1786), diretor do Jardim Bot\u00e2nico de Berlim.&#8217;<\/p>\n<p>Grevillea: homenagem a Charles F. Greville, um dos fundadores da c\u00e9lebre Sociedade de Horticultura de Londres.<\/p>\n<p>Guettarda: dedicado por Linnaeus ao bot\u00e2nico e mineralogista franc\u00eas Jean Etiene Guettard ( 1715 &#8211; 1786).<\/p>\n<p>Helietta: criado por Tulasne como homenagem ao m\u00e9dico franc\u00eas Lewis Th\u00e9odore H\u00e9lie (1814 &#8211; 1867).<\/p>\n<p>Hovenia: dedicado a David Hoven (1724 &#8211; 1787), embaixador alem\u00e3o no Jap\u00e3o, que colaborou para a expedi\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica de Thunberg.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/ilex\/\">Ilex<\/a>: deriva do nome latino cl\u00e1ssico do <em>Quercus ilex<\/em> L., indicando que se trata de planta com folhas semelhantes a certas esp\u00e9cies do atual g\u00eanero de Aquifoliaceae.<\/p>\n<p>Lagerstroemia: criado por Linnaeus, em homenagem a seu grande amigo Magnus von Lagerstr\u00f6m (1691 &#8211; 1759), professor da Universidade de Gotemburgo ( Su\u00e9cia).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/lithrea\/\">Lithrea<\/a>: vem de \u201clitre\u201d, nome mapuche de uma anacardi\u00e1cea chilena (<em>Lithrea caustica<\/em>).<\/p>\n<p>Liquidambar: deriva do latim <em>liquidus <\/em>(l\u00edquido) e do \u00e1rabe <em>ambar <\/em>(\u00e2mbar), e explica-se pela subst\u00e2ncia arom\u00e1tica exsudada pela \u00e1rvore.<\/p>\n<p>Magnolia: nome criado por Linnaeus, em respeito a Pierre Magnol ( 1638 &#8211; 1715), professor e diretor do Jardim Bot\u00e2nico de Montpellier ( Fran\u00e7a).<\/p>\n<p>Melia: nome grego do <em>Fraxinus excelsior<\/em> L.; seu emprego explica-se pela semelhan\u00e7a das folhas desta \u00e1rvore e as do cinamomo (<em>Melia azedarach<\/em> L.)<\/p>\n<p>Morus: antigo nome latino da amoreira (<em>Morus nigra<\/em> L.)<\/p>\n<p>Nerium: do grego <em>neros<\/em> (\u00famido) em raz\u00e3o do habitat preferencial das esp\u00e9cies do g\u00eanero.<\/p>\n<p>Parkinsonia: dedicado por Linnaeus ao bot\u00e2nico ingl\u00eas John Parkinson (1567 &#8211; 1690).<\/p>\n<p>Patagonula: reporta-se \u00e0 Patag\u00f4nia, regi\u00e3o austral e semi-\u00e1rida da Argentina, atribu\u00edda equivocadamente por Linnaeus como sendo o local de origem do tipo da guajuvira (<em>Habitat in Ptagonia Americes Australis<\/em>).<\/p>\n<p>Paulownia: homenagem a Anna Paulowna (1795 &#8211; 1865), filha do Tzar Paulo I, da R\u00fassia.<\/p>\n<p>Persea: dedicado a Perseu, her\u00f3i grego que decapitou a Medusa.<\/p>\n<p>Pinus: pinheiro, em latim.<\/p>\n<p>Platanus: vem do grego e significa \u201clargo\u201d. Refere-se a forma caracter\u00edstica das folhas do Platanus orientalis L.<\/p>\n<p>Phytolacca: do grego <em>Phyton\u00a0 <\/em>(planta) e <em>lacca<\/em> (goma laca), referindo-se ao poder corante que tem os frutos de algumas esp\u00e9cies do g\u00eanero.<\/p>\n<p>Podocarpus: origina-se de grego <em>podos <\/em>(p\u00e9) e <em>karp\u00f3s <\/em>(fruto). O termo explica-se pelo fato da semente se sustentada por um ped\u00fanculo carnoso, dito epim\u00e1cio.<\/p>\n<p>Rollinia: criado por Saint Hilaire para homenagem o historiador franc\u00eas Charles Rollin.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/sambucus\/\">Sambucus<\/a>: nome popular do sabugueiro-europeu (<em>Sambucus nigra<\/em> L.), na antiguidade romana.<\/p>\n<p>Sebastiania: dedicado a D. Sebastiani, editor da &#8221; <em>Flora Romana&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>Scutia: derivado do latim <em>scutum <\/em> (escudo) referindo-se \u00e0 forma do disco floral.<\/p>\n<p>Schaefferia: deriva do nome do naturalista alem\u00e3o Jakob Christian Schaeffer (1718 &#8211; 1790).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/schinus\/\">Schinus<\/a>: na Gr\u00e9cia designava a atual <em>Pistacia lentiscus<\/em> L., pertencente \u00e0 mesma fam\u00edlia das anacardi\u00e1ceas.<\/p>\n<p>Styrax: antigo nome grego do estoraque (<em>Styrax officinalis L.<\/em>), \u00e1rvore medicinal da Europa e \u00c0sia, produtora da resina bals\u00e2mica hom\u00f4nia.<\/p>\n<p>Taxodium: de <em>taxos<\/em>, nome na Gr\u00e9cia antiga do <em>Taxus baccata, e eidos <\/em>(parecido com)<em>, <\/em>devido \u00e0 semelhan\u00e7a de suas folhas com as da referida esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Xylosma: madeira perfumada (<em>xylos + osme, <\/em>em grego).<\/p>\n<p>Washingtonia: em considera\u00e7\u00e3o a George Washington.<\/p>\n<p>Weinmannia: homenagem ao bot\u00e2nico alem\u00e3o J. A. Weinmann ( 1782 &#8211; 1858).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O nome gen\u00e9rico \u00e9 sempre uma palavra, latina ou latinizada, indicando o g\u00eanero a que a planta pertence, escrita com a inicial mai\u00fascula.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":177,"menu_order":79,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"content-type":"","_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"class_list":["post-180","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/180","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=180"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/180\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9822,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/180\/revisions\/9822"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/177"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=180"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}