{"id":277,"date":"2017-05-03T17:51:06","date_gmt":"2017-05-03T17:51:06","guid":{"rendered":"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/?page_id=277"},"modified":"2018-01-22T02:44:38","modified_gmt":"2018-01-22T02:44:38","slug":"textura-e-estrutura-interna","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/terminologia-dendrologica\/casca\/textura-e-estrutura-interna\/","title":{"rendered":"Textura e Extrutura Interna"},"content":{"rendered":"<p>A textura da casca interna \u00e9 determinada pelos seus elementos constituintes. Indica-se usar o contato dos dedos na casca interna para determinar sua textura. Pode ser classificada em:<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>Fibrosa:<\/strong> quando \u00e9 formada por fibras longas, geralmente resistentes, possuindo muitos elementos aquosos em meio as fibras. \u00c9 o caso de grande parte das esp\u00e9cies florestais.<\/p>\n<p>Exs: <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/annonaceae\/\">Annonaceae<\/a> (<em><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/annona\/\">Annona<\/a>, <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/xylopia\/\">Xylopia<\/a><\/em>), <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/thymelaeaceae\/\">Thymelaeaceae<\/a> (<a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/daphnopsis\/\"><em>Daphnopsis<\/em><\/a>), <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/meliaceae\/\">Meliaceae<\/a> (<a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/cedrela\/\"><em>Cedrela<\/em><\/a>)<\/p>\n<p><strong>Curto-fibrosa:<\/strong> quando \u00e9 formada por fibras quase impercept\u00edveis macroscopicamente. Neste caso, as fibras tendem a desmanchar na m\u00e3o ap\u00f3s fric\u00e7\u00e3o, bem como na textura arenosa, contudo n\u00e3o h\u00e1 presen\u00e7a de elementos p\u00e9treos (s\u00edlica).<\/p>\n<p>Exs: <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/malvaceae\/\">Malvaceae<\/a> (<a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/ceiba\/\"><em>Ceiba<\/em><\/a>), <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/rutaceae\/\">Rutaceae<\/a> (<a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/zanthoxylum\/\"><em>Zanthoxylum<\/em><\/a>)<\/p>\n<p><strong>Arenosa:<\/strong> quando \u00e9 formada por pequenas quantidades de fibras curtas (\u00e0s vezes inconsp\u00edcuas) e grande n\u00famero de elementos p\u00e9treos. As fibras desmancham com certa facilidade ap\u00f3s fric\u00e7\u00e3o, dando ao tato a impress\u00e3o de estarmos lidando com areia.<\/p>\n<p>Exs: <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/aquifoliaceae\/\">Aquifoliaceae<\/a> (<a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/ilex\/\"><em>Ilex<\/em><\/a>), <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/lauraceae\/\">Lauraceae<\/a> (<a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/ocotea\/\"><em>Ocotea<\/em><\/a>), <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/proteaceae\/\">Proteaceae<\/a> (<a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/roupala\/\"><em>Roupala<\/em><\/a>)<\/p>\n<p><strong>Pastosa:<\/strong> quando \u00e9 formada por elementos ricos em adesivos, possuindo quase sempre uma textutura compacta e homog\u00eanea. Ao tato d\u00e1 a impress\u00e3o de algo grudento.<\/p>\n<p>Exs: <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tag\/lauraceae\/\">Lauraceae<\/a> (<em><a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/ocotea-diospyrifolia\/\">Ocotea diospyrifolia<\/a>, <a href=\"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/ocotea-puberula\/\">Ocotea puberula<\/a><\/em>)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Estrutura Interna<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 a maneira como se disp\u00f5em os elementos constituintes da casca interna. Para ser observada \u00e9 necess\u00e1rio um corte transversal da casca at\u00e9 a regi\u00e3o cambial. Podem ser observados os seguintes tipos de estrutura da casca interna:<\/p>\n<p><strong>Laminada:<\/strong> relacionada com a textura fibrosa, em que as fibras se disp\u00f5em em camadas sucessivas e conc\u00eantricas.<\/p>\n<p><strong>Tran\u00e7ada:<\/strong> tamb\u00e9m relacionada com a estrutura fibrosa, em que estas n\u00e3o se disp\u00f5em em camadas sucessivas e sim formando aglomerados espessos de fibras desordenadamente dispostas, dando um aspecto de um tran\u00e7ado de fibras. \u00c9 caracter\u00edstica na maioria das esp\u00e9cies.<\/p>\n<p><strong>Compacta:<\/strong> est\u00e1 relacionada com as texturas pastosa, curto-fibrosa e arenosa. Podemos encontrar estrutura compacta, quando a casca interna \u00e9 constitu\u00edda por elementos uniformemente distribu\u00eddos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A textura da casca interna \u00e9 determinada pelos seus elementos constituintes. 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