{"id":6837,"date":"2018-01-25T21:23:02","date_gmt":"2018-01-25T21:23:02","guid":{"rendered":"http:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/?page_id=6837"},"modified":"2021-08-16T14:17:39","modified_gmt":"2021-08-16T17:17:39","slug":"floresta-ombrofila-mista","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/floresta-ombrofila-mista\/","title":{"rendered":"Floresta Ombr\u00f3fila Mista"},"content":{"rendered":"<p>Esta floresta, tamb\u00e9m conhecida como \u201cmata-de-arauc\u00e1ria\u201d ou \u201cpinheiral\u201d, \u00e9 um tipo de vegeta\u00e7\u00e3o do Planalto Meridional, onde ocorria com maior frequ\u00eancia.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Esta \u00e1rea \u00e9 considerada o seu atual \u201ccl\u00edmax clim\u00e1tico\u201d, contudo esta floresta apresenta disjun\u00e7\u00f5es flor\u00edsticas em ref\u00fagios situados nas Serras do Mar e Mantiqueira, muito embora no passado tenha se expandido bem mais ao norte, porque a fam\u00edlia Araucariaceae apresentava dispers\u00e3o paleogeogr\u00e1fica que sugere ocupa\u00e7\u00e3o bem diferente da atual.<\/p>\n<div id=\"attachment_6979\" style=\"width: 348px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6979\" class=\"size-full wp-image-6979\" src=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/mapa_ombrofila_mista.jpg\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"265\" \/><p id=\"caption-attachment-6979\" class=\"wp-caption-text\">Figura 1 \u2013 Mapa de distribui\u00e7\u00e3o da Floresta Ombr\u00f3fila Mista no Brasil<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Constatou-se recentemente a ocorr\u00eancia de f\u00f3sseis (fragmentos de caules) em terrenos juracret\u00e1cicos na Regi\u00e3o Nordeste brasileira, evidenciando que dentro da \u201cplataforma brasileira\u201d encontravam-se Coniferales, pois tais f\u00f3sseis s\u00e3o tamb\u00e9m encontrados em pontos isolados da borda sul do Planalto Meridional, como, por exemplo, em Santa Maria da Boca do Monte, no Estado do Rio Grande do Sul. Como o vulcanismo iniciado no Jur\u00e1ssico e terminado no Cret\u00e1ceo \u00e9 considerado fator de despovoamento vegetal do Planalto Meridional, parece v\u00e1lida a hip\u00f3tese de que a<em> Araucaria angustifolia<\/em> (Bertol.) Kuntze, atualmente a\u00ed existente, tenha se disseminado atrav\u00e9s do \u201cEscudo Atl\u00e2ntico\u201d que se achava unido \u00e0 grande plataforma afro-brasileira no Paleozoico.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica deste tipo de vegeta\u00e7\u00e3o, dominada por g\u00eaneros primitivos como <em>Drymis<\/em> e I(austral\u00e1sicos) e <em>Podocarpus<\/em> (afro-asi\u00e1tico), sugere, em face da altitude e da latitude do Planalto Meridional, uma ocupa\u00e7\u00e3o recente a partir de Ref\u00fagios Alto-Montanos.<\/p>\n<p>S\u00e3o identificadas quatro forma\u00e7\u00f5es da Floresta Ombr\u00f3fila Mista (Figura 2):<br \/>\n<strong>&#8211; Aluvial:<\/strong> em terra\u00e7os antigos associados \u00e0 rede hidrogr\u00e1fica;<br \/>\n<strong>&#8211; Submontana:<\/strong> constituindo disjun\u00e7\u00f5es em altitudes inferiores a 400 m;<br \/>\n<strong>&#8211; Montana:<\/strong> situada aproximadamente entre 400 e 1000 m de altitude; e<br \/>\n<strong>&#8211; Alto-Montana:<\/strong> compreendendo as altitudes superiores a 1000 m.<\/p>\n<div id=\"attachment_6950\" style=\"width: 648px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6950\" class=\"size-full wp-image-6950\" src=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Figura-1-2.jpg\" alt=\"\" width=\"638\" height=\"207\" srcset=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Figura-1-2.jpg 638w, https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Figura-1-2-600x195.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px\" \/><p id=\"caption-attachment-6950\" class=\"wp-caption-text\">Figura 2 &#8211; Perfil esquem\u00e1tico da Floresta Ombr\u00f3fila Mista (Mata-de-Arauc\u00e1ria)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Floresta Ombr\u00f3fila Mista Aluvial<\/h3>\n<p>Esta forma\u00e7\u00e3o compreende as plan\u00edcies aluviais onde a <em>Araucaria angustifolia<\/em> (Bertol.) Kuntze est\u00e1 associada a esp\u00e9cies que podem variar de acordo com a situa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e a altitude. Al\u00e9m da ochloesp\u00e9cie dominante, tamb\u00e9m s\u00e3o encontrados <em>Podocarpus lambertii<\/em> Klotzsch ex Endl., o <em>Drimys brasiliensis<\/em> Miers, esp\u00e9cies estas t\u00edpicas das altitudes. \u00c0 medida que a altitude diminui, a <em>Araucaria angustifolia<\/em> (Bertol.) Kuntze associa-se a v\u00e1rios ec\u00f3tipos de Angiospermae da fam\u00edlia Lauraceae, merecendo destaque os g\u00eaneros: <em>Ocotea, Cryptocarya<\/em> e <em>Nectandra<\/em>, entre outros de menor express\u00e3o nas disjun\u00e7\u00f5es serranas da Mantiqueira. Na Regi\u00e3o Sul do Brasil, a Floresta Aluvial \u00e9 constitu\u00edda principalmente pela<em> Araucaria angustifolia<\/em> (Bertol.) Kuntze,<em> Luehea divaricata<\/em> Mart. ex Zucc e <em>Blepharocalyx salicifolius<\/em> (Kunt) O. Berg no estrato emergente e pela <em>Sebastiania commersoniana<\/em> (Baill.) L. B. Sm. ex Dows no estrato arb\u00f3reo cont\u00ednuo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Floresta Ombr\u00f3fila Mista Submontana<\/h3>\n<p>Esta forma\u00e7\u00e3o compreendia pequenas disjun\u00e7\u00f5es localizadas em diferentes pontos do \u201cCr\u00e1ton Sul-Rio-Grandense\u201d e de outras \u00e1reas da periferia do Planalto das Arauc\u00e1rias. No Munic\u00edpio de Lauro Muller (SC), por exemplo, existia uma importante disjun\u00e7\u00e3o que na d\u00e9cada de 1950 apresentava cerca de 12 000 indiv\u00edduos de <em>Araucaria angustifolia<\/em> (Bertol.) Kuntze. Atualmente, restam no local raros indiv\u00edduos desta esp\u00e9cie associados \u00e0s culturas e \u00e0 Vegeta\u00e7\u00e3o Secund\u00e1ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Floresta Ombr\u00f3fila Mista Montana<\/h3>\n<p>Esta forma\u00e7\u00e3o, preservada atualmente em poucas localidades, como o Parque Nacional do Igua\u00e7u (PR), ocupava quase inteiramente o planalto acima de 500 m de altitude, nos Estados do Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Por\u00e9m, na d\u00e9cada de 1950, nas grandes extens\u00f5es de terrenos situados entre as cidades de Lages (SC) e Rio Negro (PR), podia-se observar a <em>Araucaria angustifolia<\/em> (Bertol.) Kuntze ocupando e emergindo da submata de <em>Ocotea pulchella<\/em> (Ness e Mart.) Mez e<em> Ilex paraguariensis<\/em> A. St. &#8211; Hil., acompanhada de <em>Cryptocarya aschersoniana<\/em> Mez e <em>Nectandra megapotamica<\/em> (Spreng.) Mez. Ao norte do Estado de Santa Catarina e ao sul do Estado do Paran\u00e1, o pinheiro-brasileiro ou pinheiro-do-paran\u00e1 estava associado \u00e0 imbuia (<em>Ocotea porosa<\/em> [Ness e Mart.] Barroso), formando agrupamentos bem caracter\u00edsticos; atualmente grandes agrupamentos greg\u00e1rios foram substitu\u00eddos pela monocultura de soja e trigo, intercaladas. Na d\u00e9cada de 1920, consider\u00e1veis disjun\u00e7\u00f5es de arauc\u00e1ria existentes no vale do Rio Itaja\u00ed-A\u00e7u, associadas a <em>Ocotea catharinensis<\/em> Mez, foram quase inteiramente devastadas, restando pequenos remanescentes sem express\u00e3o paisag\u00edstica e econ\u00f4mica. Esta ochlospecie, que ocupava cerca de 70% do Planalto Meridional, restringe-se, atualmente, a poucos indiv\u00edduos isolados nos pontos inacess\u00edveis ou de permeio a grandes culturas de soja e trigo (Fotos 1 e 2).<\/p>\n<div id=\"attachment_6948\" style=\"width: 526px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6948\" class=\"size-full wp-image-6948\" src=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Foto-1-1.jpg\" alt=\"\" width=\"516\" height=\"348\" \/><p id=\"caption-attachment-6948\" class=\"wp-caption-text\">Foto 1 &#8211; Remanescente de Floresta Ombr\u00f3fila Mista Montana apresentando bom est\u00e1gio de conserva\u00e7\u00e3o (Tijucas do Sul-PR, 1980)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_6949\" style=\"width: 523px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6949\" class=\"size-full wp-image-6949\" src=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Foto-2-1.jpg\" alt=\"\" width=\"513\" height=\"336\" \/><p id=\"caption-attachment-6949\" class=\"wp-caption-text\">Foto 15 &#8211; Remanescente de Floresta Ombr\u00f3fila Mista Montana no primeiro Planalto paranaense (1980)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Floresta Ombr\u00f3fila Mista Alto-Montana<\/h3>\n<p>Esta floresta est\u00e1 localizada acima de 1 000 m de altitude, sendo a sua maior ocorr\u00eancia no Parque Nacional Aparados da Serra, na divisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e na crista do Planalto Meridional, nas cercanias dos \u201cCampos de Santa B\u00e1rbara\u201d no Parque de S\u00e3o Joaquim (SC), ocupando as encostas das colinas diab\u00e1sicas em mistura com arenitos termometamorfizados pelo vulcanismo cret\u00e1cico que constitui a Forma\u00e7\u00e3o Serra Geral. Tal fisionomia podia ser observada at\u00e9 a d\u00e9cada de 1960, quando se iniciou a explora\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos remanescentes expressivos da <em>Araucaria angustifolia<\/em> (Bertol.) Kuntze, restando apenas poucos exemplares jovens ou raqu\u00edticos que sobraram da explora\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria.<\/p>\n<p>Atualmente, esta floresta encontra-se ainda bem-conservada e com seus elementos quase intactos no Parque Estadual de Campos do Jord\u00e3o (SP) e em Monte Verde, Munic\u00edpio de Camanducaia (MG). Todavia, as outras ocorr\u00eancias, como a do Maci\u00e7o de Itatiaia (RJ e MG), est\u00e3o sendo gradualmente suprimidas, tendendo ao desaparecimento em poucos anos.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica da Disjun\u00e7\u00e3o de Campos do Jord\u00e3o (SP), possivelmente semelhante \u00e0 que outrora existia nos Estados do Paran\u00e1 e de Santa Catarina, apresenta a domin\u00e2ncia de <em>Araucaria angustifolia<\/em> (Bertol.) Kuntze, que sobressai do dossel normal da floresta. Ela \u00e9 tamb\u00e9m bastante numerosa no estrato dominado, mas a\u00ed associada com v\u00e1rios ec\u00f3tipos, dentre os quais merecem destaque em ordem decrescente os seguintes: <em>Podocarpus lambertii<\/em> Klotzsch ex Endl. (pinheirinho) e v\u00e1rias angiospermas, inclusive o <em>Drimys brasiliensis<\/em> Miers (Winteraceae), <em>Cedrela fissilis<\/em> Vell. (Meliaceae) e muitas Lauraceae e Myrtaceae. No estrato arbustivo da submata, dominam as Rubiaceae e Myrtaceae e exemplares da regenera\u00e7\u00e3o arb\u00f3rea de Angiospermae, como Winteraceae, Lauraceae e Meliaceae, faltando as Coniferales que est\u00e3o, no momento, colonizando \u00e1reas campestres adjacentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Veja tamb\u00e9m:<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/floresta-ombrofila-densa\/\">Floresta Ombr\u00f3fila Densa<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/floresta-ombrofila-aberta\/\">Floresta Ombr\u00f3fila Aberta<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/floresta-estacional-semidecidual\/\">Floresta Estacional Semidecidual<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/floresta-estacional-decidual\/\">Floresta Estacional Decidual<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/campinarana\/\">Campinarana<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/savana\/\">Savana<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/savana-estepica\/\">Savana Est\u00e9pica<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/estepe\/\">Estepe<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/areas-de-formacoes-pioneiras\/\">\u00c1reas de Forma\u00e7\u00f5es Pioneiras<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/area-de-tensao-ecologica\/\">\u00c1rea de Tens\u00e3o Ecol\u00f3gica<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/tipos-de-vegetacao\/refugio-ecologico\/\">Ref\u00fagio Ecol\u00f3gico<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT\u00cdSTICA &#8211; IBGE. <em>Manual t\u00e9cnico da vegeta\u00e7\u00e3o brasileira: sistema fitogeogr\u00e1fico, invent\u00e1rio das forma\u00e7\u00f5es florestais e campestres, t\u00e9cnicas e manejo de cole\u00e7\u00f5es bot\u00e2nicas, procedimentos para mapeamentos.<\/em> Rio de janeiro: IBGE- Diretoria de Geoci\u00eancias, 2012. 271p.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta floresta, tamb\u00e9m conhecida como \u201cmata-de-arauc\u00e1ria\u201d ou \u201cpinheiral\u201d, \u00e9 um tipo de vegeta\u00e7\u00e3o do Planalto Meridional, onde ocorria com maior frequ\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":3729,"menu_order":58,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"content-type":"","_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"class_list":["post-6837","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6837","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6837"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6837\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9447,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/6837\/revisions\/9447"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3729"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/plantasdobrasil.com.br\/curso-de-dendrologia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6837"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}